A experiência do contato com a natureza, aventura e diversão ganham um significado especial no Rio Nhundiaquara. Isso porque há um caminho diferente onde o carro não pode chegar e nem bicicleta pode percorrer: o trajeto de três quilômetros realizado com boia. O caminho é o percurso do rio e o “motor” é a força das águas.

Parada obrigatória para os visitantes de Morretes, o Rio Nhundiaquara que corta a cidade e é envolto por construções colônias e por uma rica e refrescante vegetação. O rio contribuiu economicamente para o desenvolvimento da cidade de Morretes, em língua indígena nhundi significa peixe e quara, significa buraco. É navegável em aproximadamente 12 km, e permite a prática de esportes além do boiacross, como canoagem, rafting e pescarias.

boiacross

Foto: viagemcult.com

A melhor época para descer o rio é quando ele está cheio, de outubro a maio. Como o local é perto de Curitiba, uma dica é ligar para as pousadas que alugam os equipamentos ou oferecem o passeio para saber a situação do rio. O ideal é que a descida seja das 9h às 14h. Depois das 16h, no verão, costuma chover no litoral e a brincadeira pode ficar arriscada.

Nos dias em que o rio está muito alto ou há nuvens negras e pesadas na região da Serra do Mar, a descida não é permitida, porque podem ocorrer as chamadas cabeças d’água (aumento súbito do volume da água do rio, e pode carregar os praticantes).